Tietagem

tietagem gratuita

Quem me conhece de verdade sabe que sou uma pessoa muito tímida no primeiro contato. Mesmo que virtual. Foi assim com o Pedreiro, com as Filhas e com outros bloggers da rede. Leio anos um blog, para ter coragem de lançar o primeiro comentário e estabelecer um contato.Um blog em especial com quem isso aconteceu também é o VodcaBarata.

É escrito pela linda Adelaide Ivánova, cheio de impressões dela, fotografias, viagens atemporais dentro de si e pelo mundo. E hoje, pela primeira vez eu escrevi um email para ela. Acompanho o blog já há muito tempo, uns dois anos eu diria, mas só hoje consegui escrever um email mais pessoal para ela, falando das coisas que ela me inspirou sem saber.

Façam uma visitinha lá, vale super à pena.

E esse post é um oferecimento à nossa patrocinadora do dia: a tietagem.

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das coisas que não se curam sozinhas…

Dor de coração ou no coração?
Acho que tanto faz, né? A faca entrando gelada e mortal vai ser sentida de qualquer forma…

Faz umas semanas que eu acompanho um drama meu, um drama do outro.
A coisa toda cai na relação da sua suficiência pro mundo, pro seu próximo e pra você mesma. Quando a sua existência não basta aos seus objetivos, é que você se perde. Perde o rumo, a independência, o orgulho.

Difícil conviver com a gente, mais ainda conviver com o outro.
Se a gente mesmo não se entende, porque então busca a compreensão daquele que tão democraticamente optou por nos acompanhar em alguma estrada? Mesmo que seja até a próxima esquina? Porque temos que fazer o caminho parecer pesado, dolorido?

A gente diz que respeita, que ama, que entende. Mas se a gente insiste num capricho, desconsiderando os alertas emitidos, onde diabos largamos esse tal respeito que dissemos ter?
A gente cobra objetividade… mas nós a temos para dar? Se sim, ok. Mesmo assim, ainda é justo cobrar isso?

A coisa é tão complexa, são tantas as questões, tantas as verdades, tantas as palavras… mas as vezes a língua não nos é suficiente.
As palavras não bastam.

Pensa comigo: dois falantes naturais da mesma língua, não conseguem se compreender… porque duas pessoas que julgam sentirem a mesma coisa poderiam se complementar plenamente?

Se a sua língua, que você aprende de forma acadêmica, ainda não te deixa hábil o suficiente para expôr suas idéias na sua totalidade… porque com o amor, coisa que não possuímos cursos, escolas, ou coisas assim, a coisa seria diferente?

Reapresentação do último capítulo

Já faz um tempo desde a última vez que eu postei.
Foi ano passado eu acho.

Não escrevi não por falta de vontade, mas por falta de forças.
Um cansaço alheio à minha idade real, uma velhice que não é minha… enfim. Um dos motivos da minha ausência por aqui.

Não era por falta de idéias, acontecimentos bacanas passíveis de click em ‘share with cool people’ na vida. Não!

Mas olha, não tenho do que reclamar!
Muita coisa boa, bacana, legal, sensacional, putaquepariu de linda aconteceu!
Um exemplo?

Reveillon Golden na praia de Icaraí com o meu moço.
Minha miraculosa aprovação na Universidade Federal, num vestibular onde eu sequer toquei no caderno.
Minha viagem a Campinas para conhecer de perto minha roommate de há mais de um ano de convivência diária, sem nenhuma enjoar da face da outra.

Viram só? Não foi ruim não.
Acontece que eu estava ali, vivendo.
No máximo transpondo em 140 caracteres os acontecimentos, mas sem tempo e força para tranpor aqui.

Espero agora, saindo daquele trabalho escravo onde eu me encontrava, ter mais tempo para postar aqui, no Pastramia, no Mãe… enfim. Retomar as minhas atividades!

E antes tarde do que nunca: Um 2010 fora do comum a todos vocês!

Shawty, what yo name is?

Porque eu piro nessas duas! Putaquepariu vocês hein?

Um ano atrás

Há um ano atrás, eu decidi que voltar para Niterói seria o melhor a fazer. Pelo menos pra mim, era a decisão certa a tomar. E hoje eu vejo que mega acertei. Mesmo tendo deixado para trás amigos maravilhosos que fiz por lá com a ajuda da tecnologia e outros artifícios.
E com esses amigos me reuni, tomei uma cervejas, e ri, num barzinho na Augusta com alguma rua cortando.
Ri como se fosse a primeira vez. Abracei como se fosse a primeira vez. Beijei como se fosse a primeira vez.
Porque pra mim, com eles, nada nunca será pela última vez.

Queria deixar claro aqui, que vocês me fazem uma falta danada. Mesmo.

Um grande beijo para: Gustavo Hatagima, Adelita, Iberê, Arthur, Lilian Higa, Thiago Campos, Flavita Valsani, Thiago Henrique (Tuba), Denise, Alex, e os demais que estiveram presentes pra me dar um PRIMEIRO abraço, numa PRIMEIRA despedida.

Amo todos vocês.

sau02

Rolando no twitter…

bebel

#Biscateprideday - essa é pride, MESMO!

A vibe

tamoaê nessa vibe

Porque ele tem me ensinado sobre a importância suprema de picles e cerveja.